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MYV's palace [entries|friends|calendar]
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Dress and all the rest [
Jun 10, 2009 at 6:21 pm]
Hoje eu quero falar de moda! Vamos falar de moda? O que pega foram os franceses, sério. Tudo começou com eles, eles eram os revolucionários da moda inicialmente. Na verdade tudo começou no renascimento europeu, que também foi a época mais legal ever. A moda, naquela época, surgiu pra diferenciar as pessoas...e conseguiu! Claro que teve toda aquela lenga lenga de leis que restringiam tecidos e cores somente aos nobres, depois a burguesia (que era rica, e não estava nem aí pros títulos que os nobres tinham a mais que eles) começou a imitar todo aquele estilo, eeeeeeee aí começaram a existir mais de um estilo! O estilo dos burgueses e o dos nobres. Depois com as máquinas e a revolução industrial, o custo de tecidos e manufatura reduziu cada vez mais...e os humildes também puderam comprar roupas! Bom, é claro que tudo foi aos poucos...mas todos os processos são aos poucos, e hoje em dia a moda não é simplesmente uma coisa boba, estética e superficial. Hoje a moda é praticamente uma arte, um modo de expressão, e uma psicologia. Sabia que antes do renascimento as pessoas usavam um mesmo estilo de roupa desde a infância até a morte? Imagina todo mundo de uniforme, a vida toda. O homem sempre vai ter problemas com seu individualismo, e ele sempre vai ser um grão de areia entre muitos e mesmo assim, sempre vai tentar ser diferente de todo o resto. Mas no fundo todo mundo é especial, é diferente, e mesmo que todos vistam uma mesma saia, o estilo do todo vai ser completamente diferente. E na minha opinião, a beleza da moda é exatamente isso...as mesmas peças, colocadas na sua ordem. Os mesmos sentimentos, vividos em vidas absolutamente individuais. E isso que nós somos...um mesmo corpo, num espírito absolutamente especial.

Agora vamos parar de filosofias e vamos as curiosidades! Aposto que tem muita gente que não sabe de onde surgiram as coisas...então, pros meus aluninhos queridos (que estão aumentando de número! yei!), e pros não aluninhos também, aqui vai uma das coisinhas que eu sempre achei mais divertidas sobre as invenções doidas da moda!

O espartilho! Associado ao erotismo, repressão e dor. Era sempre ele o molde do corpo feminino (ou masculino, ok?). Sobrevivendo até hoje, pesar de regimes políticos, mudanças de comportamento e cultura, guerras e diferenças sociais! Sim, o espartilho causa mil problemas de saúde quando usado freqüentemente, mas ninguém parecia realmente se importar com isso. Na época que era usado sempre, o espartilho era considerado pela aristocracia um sinal de superioridade, já que ninguém conseguia trabalhar com ele. A mulher pobre usava um corselete medieval, atado por cordões pouco apertados e amarrado na frente, ao contrário do corpete aristocrático, atado por trás, que exigia a ajuda de empregados. E tudo isso pra distingüir o povo...pra ver como as coisas mudam!

O salto alto foi uma invenção francesa. Sim! Foi o Rei da França Luis XIV, o Rei Sol, que lançou a moda. Ele usava salto porque era baixinho. Para completar o look ele ordenava que nos seus saltos fossem esculpidas miniaturas de batalhas famosas ou cenas idílicas. Tenho pena dos artesãos! Sabia que na França, no passado, os Franceses precisavam mergulhar os pés na água para conseguirem calçar seus sapatos? Os sapatos Franceses ficaram tão estreitos no século XVI que para calçá-los era necessário ficar com os pés mergulhados em água gelada por uma hora. Espartilho, sapato apertado...e há quem diga que hoje em dia usar saia curta passando frio é um exagero! (eu tbem acho que é, mas que sempre tem coisa pior, sempre tem!)

A calça jeans foram criadas há 125 anos atrás pelo imigrante bavaro Levy Strauss para atender garimpeiros da Califórnia, que precisavam de uma roupitcha resistente, com muitos bolsos para carregar ferramentas. O nome veio do tecido "denim", importado de Nimes, França, que garimpeiros genoveses pronunciavam "jeans". Sim, jeans era uma coisa de trabalhadores! Assim como Havaianas eram chinelos de pessoas muito humildes. As coisas mudam...

E...eu tô com preguiça de escrever mais. E pra quem acha que moda é uma coisa fútil, depois vem conversar comigo como estudar história através da moda. A moda é como um quadro, um texto ou uma foto...é um modo de expressão, sempre foi. E por isso sempre condiz com seu momento histórico, com a pessoa que a usa, com o local onde se encontra, com tudo...

ADOOOOOOOOOOOORO tudo isso, prontofalei!
E eu também adoro o Daigo, assim, só porque eu não deixo de lembrar.

O que a sua moda diz sobre você? O que a sua moda diz sobre a sua geração? Sobre sua personalidade? Sobre seu humor no momento? Pensa! E depois fala pro Meevers, que ele vai adorar ouvir! Hahahahahaha!

Ah é!! Olha os joguinhos que eu achei! Aqui aqui! Também tem daonde surgiu a gravata lá em baixo!

Cheers without tears!
Myv
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Palavras [
Jun 2, 2009 at 9:10 pm]
Ao que parece hoje não estou conseguindo formar frases com sentido...muito menos um texto pra escrever aqui. Às vezes eu me sinto assim, como se os pensamentos fossem tantos ao mesmo tempo que eles não me deixam pensar coerentemente, e acabam soltos e dispersos. Então eu pensei, esqueça as frases! Vamos de palavras...afinal as frases só são construções, a base dela sempre foram as palavras. Por hoje, essas são as palavras da minha vida atual...do que aconteceu, vai acontecer, talvez aconteça, está acontecendo e sempre aconteceu. Casamento do reitor e do Jun. Idéias e planos. Uma tablet. Daigo. Um apartamento novo talvez? Cômodos coloridos. Rosas, frio, abraços. Cartões, roupas, aulas. Muitas aulas. Alunos. Contraste. Bicileta. Família. Champagne. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor. Amor.

Espero que todos estejam com boas palavras pela vida!
Cheers!
Myv
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Senta que lá vem história... [
May 15, 2009 at 1:32 am]
Era uma vez um porquinho da índia. Algumas elucidações devem ser feitas sobre o porquinho da índia antes de começarmos a história. O porquinho da índia é um roedor de temperamento sociável e de fácil manejo. Como bichinho de estimação ele é um dos mais procurados acima dos outros roedores, pois é mais lento e portanto mais fácil de ser encontrado e apanhado, até mesmo por crianças, e também por ter um comportamento bastante pacífico. Ele aceita bem o cativeiro se acostumado desde pequeno, e raramente morde, somente quando se sente ameaçado.
Pronto, agora que vocês sabem um pouquinho mais sobre os porquinhos da índia, vamos continuar a história.

Era uma vez um porquinho da índia. Ele era brincalhão e morava numa casa cheia de crianças. Brincava com elas sempre que o deixavam, e quando não o deixavam, não era motivos pra tristeza! Ele ficava girando na sua rodinha de exercícios a tarde inteira, vendo o sol se pôr na janela, as cores do céu e comendo os brocólis gostosos que deixavam sempre pra ele.
Um dia uma nova crinaça chegou na casa. Tinha uma pulseira de pérolas que nunca tirava, e era a mais linda de todas. Seus olhinhos eram de um negro salpicado de estrelas, e ela tinha o sorriso mais doce que morango com chantilly. Quando pôde, o porquinho da índia saiu a brincar pelos seus bracinhos curtos e macios, fazendo cócegas na sua pele cor de mel. Se colocava entre seus cabelos ondulados, entre seus dedos pouco habilidosos, cochichava risadinhas só pra ela ouvir. O porquinho mal sabia, mas ele gostava de brincar com a menina das pérolas mais do que com todas as outras crinaças, e entendam bem, ele gostava muito de brincar com todas elas!

Um dia, uma mosquinha que passava rápido por ali, viu tudo e riu na cara do porquinho. Apontou as patinhas na cara dele e falou muitas coisas, falou da menina das pérolas, dos seus olhos e dos pelinhos do porquinho que se arrepiavam toda vez que ela chegava. Depois saiu voando sem dar mais nem menos. O porquinho ficou confuso e perdido, e por dias a fio se recusou a sair da casinha, somente correndo da sua roda por vários pôr dos sóis. Quando saiu, foi só porque a menininha das pérolas estava com um novo lindo vestido rosa com estampas floridas aquele dia.

O porquinho da índia não viu. Estava dormindo, sonhando sobre alguma terra distante que achou nunca ver. A menininha das pérolas tirou a pulseira do pulso, deixou na casa do porquinho da índia e saiu, com os olhos brilhando mas do que o normal. Mal sabia ele que ela estava chorando. Foi de manhã que se deu conta da pulseira perto de sua cama. Ele ficou tão estabanado e desesperado que sem querer deixou a pulseira cair ao chão, e o chão fez desprender todas as pérolas, que sairam rolando pela casa e se escondendo debaixo de móveis que o porquinho da índia nem conseguia ver de onde estava.

A menininha sem pérolas sumiu. Os próximos dias se foram, e foram dos olhos do porquinho da índia que cairam milhares e milhares de gotas de pérolas feias e sem cor. E com elas ele foi tecendo um colar de pérolas opacas e sem brilho. Quando acabou, fugiu.

E no mundo afora o porquinho da índia se perdeu. Perdido em volta de mil sapatos, espectativas, caminhos, setas e placas. Não havia sinal da menininha sem pérolas e ele, com as suas pérolas feias, não sabia nem por onde começar a procurá-la. Só ficava andando e andando e andando pelo mundo afora...e um dia esqueceu até porque estava andando. Só sabia que as pérolas que carregava no pescoço eram pra entregar pra alguém...e era isso que o movia, dia após dia, pôr do sol após pôr do sol. Passava, falava e agia pela vida como passageiro. Rápido, ligeiro, depressa, afobado. Ia, e ia...e nem sabia pra onde ia, muitas vezes se perdia. Quase o tempo todo não sabia nem pra onde estava indo, mas ele não parava...

E de repente...

Uma menina com vestido rosa florido estava sentada ali, numa das tantas esquinas que o porquinho da índia passou. Era como se estivesse esperando por ele aquele tempo todo. E, na verdade, a menina passou por dias muito tristes ela mesma, dias que as pessoas vinham lhe fazer carinho aos cabelos ondulados, mas depois se iam embora tão rápido quanto vieram. Mas ela sabia que deveria esperar ali, bem ali...e dali não saiu. Nem o porquinho da índia nem a menina sem pérolas lembravam mais quem eram um para o outro, mas ele achou aquele rosa tão bonito, e ela riu novamente com as cócegas que ele fazia...ele sabia que ela era a pessoa pra quem ele deveria entregar o colar. E assim ele o fez...chegando pertinho dela, e colocando o colar no seu pescoço. O tamanho era perfeito. O colar era muito feio comparado a pele cor de mel dela, mas ela não reclamou. Nem o porquinho da índia. Ela o segurou com carinho nas mãos. Sempre sentiu que algo faltava, e enfim aquilo foi entregue a ela novamente. Ela sabia que o que faltava um dia iria aparecer se ela não perdesse o brilho do olhar. E ela não o perdeu. Assim como o porquinho da índia nunca parou de correr.

O porquinho da índia finalmente pôde ficar em paz nas mãos da menina das pérolas. A menina das pérolas finalmente pôde sorrir completa com o porquinho da índia. E juntos eles viram de novo o pôr do sol que tantas vezes haviam visto, como se fosse a primeira...e depois do pôr do sol veio uma chuva de estrelas cadentes. Mas a história das estrelas cadentes é outra história...porque o porquinho da índia e a menina das pérolas viveram felizes para sempre.
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Canta-te, porque exite! [
Apr 27, 2009 at 5:09 pm]
Estava cá eu ouvindo Sophia recitar mais uma vez aquela poesia do tal Fernando Pessoa que ela que gosta tanto. Ah sim, Sophia é minha irmãzinha, pra quem não sabe! Nunca vi alguém gostar TANTO de um poeta só, impressionante. Não tem santo no mundo que faça ela ler qualquer outra coisa, segundo ela, ele é diverso o suficiente. Tem todas as personalidades que quer com o mesmo talento, então, pra quê ler outro? De fato o cara deve ter escrito em umas 200 personalidades diferentes. Mas que seja...eu estou com febre, e doente, e em casa. E estar doente, em casa, e com febre me fez ler a poesia que ela tanto recita de uma maneira diferente...sabe quando você acorda um dia e, por causa de um tempero diferente, a salada acaba ficando mais gostosa? Bom, aqui vai ele:

A lavadeira no tanque
Bate roupa em pedra bem.
Canta porque canta e é triste
Porque canta porque existe;
Por isso é alegre também.


Ora se eu alguma vez
Pudesse fazer nos versos
O que a essa roupa ela fez,
Eu perdeira talvez
Os meus destinos diversos.

Há uma grande unidade
Em, sem pensar nem razão,
E até cantando a metade,
Bater roupa em realidade...
Quem me lava o coração?
- Fernando Pessoa, 15-9-1933

Acho que eu vou me abster de comentários sobre isso, eu só queria mostrar ela mesmo. E esse cara aí parece que tem uma depressão encrustrada na alma dele, tudo que ele escreve parece triste mesmo que seja feliz, então só pra deixar claro eu não tô triste! Mas a poesia é, de fato, muito bonita, e diz muita coisa importante, pelo menos pro tempero que eu dei pra ela. Verdade, eu já falei que eu adoro cantar? Sim sim, eu estou tentando procurar umas aulinhas de canto por aqui...se alguém conhecer, me avisem, por favor!

AH SIM!
Eu consegui fazer minha roupitcha preta, depois de muito muito tempo!


Asagi pode ficar orgulhoso de mim! E acho...hahahahaha!
Os corações foi porque a foto saiu muito sombria...aí eu não resisti~

Love is all you need♥
Cheers!
Myv
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É PIQUE, É HORA, RÁ-TIM-BUM!!! [
Apr 7, 2009 at 4:56 pm]
EU ACABEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI!!!
Sabe quem tá fazendo aniversário? Sabe sabe? O DAIGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!

PARABÉEEEEEEEENS PRA VOCÊEEEEEEE, NESSA DAAAAAAAAAAAAAAAAAAATA QUERIDAAAAAAAAAAAAAAAA, MUITAS FEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELICIDADES, MUITOS ANOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOS DE VIDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!! Ae ae aeeeeeeeeeeeeeeee!
Ok, na verdade não é hoje. Mas ok, porque tá quase sendo e eu quero ser o primeiro, então eu estou sendo adiantado pra ser o primeiro. E também porque eu acabei tudo hoje e eu não quero esperar até amanhã pra mostrar. Amanhã eu entrego! Pronto. Assim eu entrego o presente no dia do aniversário. Faz mal mostrar agora?? Eu realmente queria mostrar agora...ah...vou mostrar agora vai...vou colocar escondidinho, assim se for feio mostrar antes não precisa ver! Isso!

PRESENTEEEEEEEEEEES!!Collapse )
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Rosa é... [
Apr 5, 2009 at 3:02 am]
[ mood | artistic ]

É uma cor benévola que amina e vivifica.
É a cor do prana que recebemos no chakra esplênico.
É a cor do coração no sentido poético, mas que pode socorrer as funções cardíacas.
A cor rosa tem a função de equilibrar o comportamento da corrente sanguínea.
Engloba as qualidades da cor vermelha, de forma mais branda.
É a cor do enlaçamento de dois seres, do ato sexual com responsabilidade da criação.
É reformuladora, acalma e harmoniza processos desequilibradores de energia, prepara o físico para receber outras cores, vence as barreiras do corpo.


Sabe o que eu acho? Além de coisas perdidas? Que as cores deviam ter datas de comemoração. Assim ia ter pelo menos um dia no ano que a gente ia vestir só essa cor, e o mundo vestiria só essa cor, e todas as energias iam se somar e multiplicar e ia ser incrível! Mas já que as cores não tem datas de aniversário, as pessoas têm. E as pessoas podem ganhar presentes da cor que você quiser dar. Eu, pessoalmente, estou quase acabando o meu. E a páscoa também está chegando! Que cor vai ser a páscoa? Acho que a minha vai ser amarela. Cor do sol, cor da atitude, cor das bananas. Eu adoro bananas! Por que mesmo comemoram a páscoa? Esqueci. É algo com ressureição de cristo? Nossa, estou a comemorar um dia sem saber porque. Ou talvez isso não seja tão falho assim. A gente bem que podia comemorar todos os dias, mesmo sem saber porque. Taí! A partir de hoje cada dia vai ser o dia do aniversário de uma cor, mesmo sem motivos! Quem precisa de motivos? I choose life. Já viram Trainspotting? Sophia, minha irmã, alugou pra ver outro dia. Ela tem uns hábitos de filmes meio estranhos, mas eu lembro dessa frase. E também do Chapeleiro Maluco que arranjou um desaniversário pra comemorar todos os dias que não tivéssem aniversários. Afinal, quem precisa de motivos pra tomar chá e cantar? Mas o que importa é que dia 8 vai ser o dia do rosa!
Cheers!
Myv

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Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo... [
Mar 28, 2009 at 1:43 am]
[ mood | creative ]

Olha, fazer roupas pretas é muito difícil. Muito, muito difícil. Mas minha batalha continua! Preto, sem brilho. No máximo alguns detalhes em branco, preciso treinar isso melhor. Preto é a junção de todas as cores, ou a ausência de luz, é uma cor tão importante quanto as outras, ora! Não posso negligenciá-la. Enfim! Falando em cores agora, estou estudando melhor cromoterapia. Sempre gostei, na verdade. O legal de cromoterapia é que ela parece não ser uma ciência doida que impõe significados a coisas abstratas, mas um padrão que simplesmente repararam na sensação que certas cores causavam nas pessoas. E isso pode ser absolutamente contestável, claro, mas num geral, faz muito sentido! E muitas vezes as pessoas fazem e sentem exatamente o que a cromoterapia preveu sem querer, acho o máximo! Pelo menos deu certo comigo. E sabe do que? Acho que você pode usar isso pra quase tudo! Cor de parede, cor de lençól, cor de sei lá, qualquer coisa! Aí eu pensei...porque não cor de roupa?? Cromoterapia usada em roupas!! ADOREI! Mas eu já passei um trabalho pros alunos sobre tendências atuais na moda, preciso esperar semana que vem até eles acabarem...mas tudo bem!♥ Já vou preparando minha aula assim previamente e pronto! Depois o desafio das roupas pretas, na semana seguinte a essa. Uma roupa preta, só preta. Fazer roupas pretas é muito difícil. Muito, muito difícil, já falei?
Cheers!
Myv

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Era uma vez... [
Mar 4, 2009 at 7:45 pm]
[ mood | bouncy ]

Adivinha quem conseguiu um emprego novo?!
Esse uniforme podia ser mais colorido, diga-se de passagem...ô lugarzinho pra ter marrom. Muito amor pro marrom, claro, não me entenda mal, na medida certa dá aquele toque retrô maaaaaaaara, mas uma corzinha aqui e ali não faz mal. O verdinho das árvores...podia ter verde no uniforme!! Ai, vou mandar um projeto pro reitor! Adooooooooro♥
Muito amor!
Cheers!
Myv

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